• Brasília, 17 de Julho de 2018

ECONOMIA

Senador José Maranhão (MDB-PB) apresenta projeto para federalizar rodovias da Paraíba e atrair mais investimentos

 O senador José Maranhão (PMDB-PB) apresentou um projeto de lei que federaliza as rodovias PB-073, entre a BR-230 e a localidade de Rua Nova, no Município de Belém (PB), e a PB-105 em toda a sua dimensão. Com a aprovação do projeto, as rodovias para a ser de total responsabilidade da União.
 
De acordo com o senador paraibano, as estradas mencionadas na proposta possuem inúmeras potencialidades que podem alavancar a economia da Paraíba. “Essas rodovias encontram-se na região do Agreste paraibano, região de inúmeras potencialidades, mas carente de maior investimento”, diz a justificativa do projeto.
 
José Maranhão ressalta que na região onde estão situadas as rodovias existem diversos polos industriais que “poderiam se expandir e gerar mais renda para a população local”, se as estradas tivessem melhores condições de transitar. O governo estadual por sua vez, na opinião do senador, atualmente não possui condições orçamentárias para concretizar os investimentos necessários para melhoria da via. 
 
Transferir a responsabilidade de manutenção das vias para a União é a solução mais viável, na opinião do senador paraibano. “A solução que encontramos no momento, é a de repassar algumas das rodovias que servem ao coração do agreste paraibano para a responsabilidade da União, que, por contar com orçamento muito mais robusto, poderá mais facilmente arcar com essa importante atribuição”, destacou José Maranhão na apresentação do projeto.
 
O objetivo principal da proposta, segundo o senador, é proporcionar uma alternativa econômica na paraíba. “Cabe destacar que o desenvolvimento do agreste paraibano é medida que irá beneficiar a uma região muito mais alargada do Estado e mesmo do País. De fato, ao oferecer alternativa econômica para a população local e das regiões mais pobres do sertão, esse desenvolvimento poderia oferecer alternativa a processos migratórios mais severos em direção ao litoral (com consequente inchaço da periferia de João Pessoa) e às grandes metrópoles brasileiras”, enfatiza José Maranhão.